sexta-feira, 15 de agosto de 2025
sexta-feira, 4 de abril de 2025
quarta-feira, 12 de março de 2025
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
Fala, galerinha do U-Rider! Como vão vocês? Já faz um bom tempo que não escrevo por aqui, mas fui incumbido de uma missão que, até posso dizer, tem sido agradável pelo menos até o momento. A partir desta semana, trarei aqui uma resenha, uma review, um texto de opinião ou qualquer coisa parecida com esses três itens citados sobre os episódios que forem sendo lançados da nova série Super Sentai, N°1 Gozyuger.
domingo, 16 de junho de 2024
sexta-feira, 5 de abril de 2024
quinta-feira, 21 de março de 2024
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024
sábado, 23 de dezembro de 2023
domingo, 26 de junho de 2022
Na história de Gokaiger, acompanhamos Capitão Marvelous e sua turma, vindo para a terra tempos após a Guerra Lendária, evento esse que culminou na perda dos poderes de todos os trinta e quatro esquadrões sentais anteriores a eles. Esses poderes se espalharam pelo universo sendo recolhidos por Aka Red e entregues a Marvelous, que com eles em mãos reuniu sua equipe e finalmente chegaram à terra em busca do Maior Tesouro do Universo. Com os poderes das trinta e quatro super equipes anteriores, que eles conseguem acessar através das Rangers Keys eles enfrentam a segunda tropa de invasão do Império Zangyack e por cinquenta e um episódios, em sua maioria com roteiros excelentes.
Marvelous é acompanhado por Joe(Gokai Blue) e Luka(Gokai Yellow), esses dois aparentemente são os braços esquerdo e direito do Capitão, e também por Don(Gokai Green) e Ahim(Gokai Pink), cada um a seu modo com seu lugar definido no grupo. Mais tarde é adicionado a equipe Gai Ikari(Gokai Silver), o único do grupo que desde o início tem como missão, destruir o Império Zangyack.
É uma série sem sombra de dúvidas com muitos acertos, porém existem aqui algumas coisinhas que me incomodam na série, não o suficiente para não assisti-la, mas gostaria de comentá-las aqui no meu primeiro “Erros e Acertos”.
Lembrando que tudo que for exposto aqui é com base na minha opinião ao que eu assisti da série e em nada reflete a opinião do blog como um todo. Se você concorda ou discorda, deixe seu comentário que isso nos ajuda muito a continuar escrevendo. Então vamos aos acertos.
Fan Service e Nostalgia
A ideia de ter um grupo que pode acessar os poderes de grupo anteriores é excelente, pois dá a oportunidade aos fãs de séries clássicas como Goranger, Battle Fever, Dynama, Changeman e outras séries de ter uma visão de como funcionariam os poderes/equipamentos desses personagens nos dias de hoje com a tecnologia que temos. Tem um episódio em que eles usam os poderes dos Flashman, e ver eles usando as armas especiais, o Sword Laser, o Laser Ball e o Short Laser ao mesmo tempo em que lutam, na mesma cena, sem cromaqui é sem sombra de dúvidas uma experiência marcante.
Crossovers dentro da série
A série, apesar de ter um roteiro que possibilitaria fazer isso, não exagera nos crossovers de equipes transformadas. Apenas Ninpuu Sentai Hurricanger aparecem usando os poderes em uma dobradinha que é sensacional, e nesse caso apenas os três principais. O que eu achei acertadíssimo, por que dessa forma, se conseguiu manter a importância e o foco nos personagens principais sem escorar a série em crossovers desnecessários, deixando os momentos especiais para as transformações dos Gokaiger em outras Super Equipes, e dando destaque para os atores que apareciam sem os poderes.
Suit Actors
O trabalho dos Suit Actors aqui é excelente e a combinação com os atores ficou perfeita. A forma que se movimentam, os trejeitos, a expressão corporal, tudo aqui funciona em uníssono para que não haja dúvida alguma que transformados, eles são a mesma pessoa por baixo do capacete, o que nos permite uma imersão muito maior na série. Eu arrisco a dizer que não vi um trabalho tão perfeito em outras séries. Acho que Shinkanger, Goseiger e Go-busters chegam perto.
Sexto Membro
O Gai, aqui, é o personagem que representa um verdadeiro fã da franquia. Ver a expressão de alegria e de entusiasmo no rosto dele cada vez que ele fala de um personagem que aparece, ou cada vez que ele precisa explicar para os Gokaiger a história de uma equipe ou alguma determinada coisa desse universo, é impagável, é sensacional e eu e qualquer outro fã da franquia se sente representadissimo com esse personagem.
Guerra Lendária.
Apesar da guerra lendária em Gokaiger ter sido anos luz melhor representada do que foi feito em Power Rangers Megaforce, só aqui, a gente já começa a lidar com algumas inconsistências, pois, sim, a guerra lendária ignora toda e qualquer regra imposta nos universos de cada equipe, e segundo, aqui aparecem personagens que já morreram em suas determinadas séries sem a menor explicação. Pela grandiosidade do evento que é a guerra lendária, a gente acaba relevando isso em troca da experiência de ver trinta e quatro equipes lutando lado a lado, mas eu acho um ponto válido.
Os Poderes
A ideia aqui, é que os Gokaiger, graças às Rangers Keys que contém os poderes e habilidades de cada membro de equipes superiores, possam acessar esses poderes, mas aqui pra mim existe outra incoerência que pelo menos eu acho relevante, pois nem todas as equipes Super Sentais tinham poderes, muitas delas, principalmente equipes dos anos oitenta e noventa, possuíam equipamentos que lhes possibilitaram lutar contra os inimigos que enfrentaram. Goranger e Battle fever J são exemplos disso, e houveram equipes que tinham poderes como Changeman com a Força Terrena e Maskman com o Poder Aura, que as séries nunca deixaram claro se os uniformes e equipamentos eram provenientes dos poderes, ou eram equipamentos criados para serem utilizados por aqueles que tinham os poderes, e muitas outras equipes se encaixam nos critérios dos “sem poderes”. Eu acho que esse ponto da história poderia ter sido explorado de outra forma que fizesse mais sentido e abrangesse todas as equipes. Mas dizer que todo mundo tinha poderes funcionou pra série e há quem não se incomode com isso.
Esses foram os meus pontos de erros e acertos em Gokaiger, uma série épica com personagens fodas, cenas marcantes, momentos maravilhosos e muito fanservice pra quem é fã da franquia.
Espero que tenham gostado da proposta, fiquem com Deus, e até a próxima!!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
Fala galerinha do U-rider, aqui é o Rodrigo Pereira, e depois de muitos meses afastado eu tô de volta pra conversar um pouco sobre a franquia Super Sentai, que é, ou era, a minha franquia de super heróis japoneses favorita. E claro, por tabela, também tenho Power Rangers como uma das minhas franquias favorita, ou eu tinha pelo menos até meados de 2012 e 2013, quando eu assisti a minha última temporada completa, Power Rangers RPM, a qual tenho como opinião ser uma das melhores se não a melhor adaptação até os dias de hoje. Depois de RPM, nenhuma outra adaptação posterior me agradou.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
Fala galerinha do U-Rider, como vão vocês?
Eu sou o Rodrigo Pereira, e estou aqui pra falar de uma das várias séries que eu jamais teria cogitado assistir, não fosse eu ter colocado meu pré-conceito de lado.
Eu quero falar aqui de Shuriken Sentai Ninninger. Sim meus amigos, vou comentar aqui sobre essa série Super Sentai que a princípio não me inspirou nem me cativou e muito menos me despertou interesse, mas que anos depois, ao tentar novamente colocando minhas primeiras impressões de lado, eu finalmente consegui terminar.
Lembrando que nesse post, estará explícita aqui a MINHA OPINIÃO PESSOAL, e que a mesma, não reflete a opinião do blog como um todo, e aqui também, não trarei spoiler da série.
Shuriken Sentai Ninninger sucedeu Ressha Sentai ToQger e antecedeu Doubutsu Sentai Zyuhoger. A história da série chega até ser interessante. Aqui, os cinco ninjas, aprendizes de seu avô Yoshitaka Igasaki, atual “Last Ninja”, no caminho para alcançarem o mesmo título que em tradução livre significa Último Ninja, lutam contra as forças dos Youkais, monstros que tem como premissa, reunir o medo dos humanos, o suficiente para despertarem Gengetsu Kibaoni, o senhor supremo dos Yukais, que fora selado muitos anos atrás pelo clã Igasaki, aos quais os Ninningers e seu avô pertencem. No meio dessa baderna, temos Kyuemon Izayoi, que tem seus próprios interesses no despertar de Kibaoni, e comanda os primeiros ataques contra os humanos.
Até aqui, eu posso dizer sem sombras de dúvidas, que o que me segurou na série até o final, foram as revelações que iam acontecendo durante a série em relação a Kyuemon Izayoi.
Quanto aos ninjas temos Takaharu Igasaki(Aka Ninger), líder da equipe, Yakumo Kato(Ao Ninjer), normalmente o segundo em comando, Nagi Matsuo(Ki Ninger), Fuka Igasaki(Shiro Ninger), irmã de Takaharu, Kasumi Momochi(Momo Ninger) e mais tarde integra a equipe Kinji Takigawa(Star Ninger).
Em relação aos personagens, lembrando que estou falando apenas baseado em minha opinião, tirando o Takaharu, eles demoram muito a cativar. Durante toda a série nenhum deles consegue ao longo dos episódios despertar uma empatia. De todos eles, a pior é a Kasumi(Momo Ninger), que só começa a ter alguma importância significativa pra mim lá para o final da série, entre os capítulos 40 e o último. Nagi é outro personagem que demora pra ter um destaque e principalmente para conseguirmos entender o lugar dele na equipe. Já Takaharu, apesar de ser um líder bem morno e avoado em muitos momentos, sempre acaba sendo decisivo em muitos momentos.
Já dos inimigos eu não posso dizer o mesmo. Todos têm uma importância e é muito mais fácil ter empatia com eles, ou pelo menos, ficar apreensivo sobre o passado e as motivações de cada um.
Outro personagem que também não me agradou muito, foi o avô Yoshitaka Igasaki. Apesar de ele ser o Último Ninja, e o roteiro pintar ele como fodão o tempo todo, ele pouco fez durante a série, a não ser ficar dando sermão aos jovens que ansiavam pelo título que lhe pertencia, e assistindo o circo pegar fogo. Pra dizer que não teve uma participação significativa dele, vemos ele atuando e mostrando seus poderes em apenas dois episódios.
Outra coisa que eu acho que poderia ter dado um up na série e um gás na trama, mas foi deixado de lado, é a corrida para se tornarem o último Ninja(Last Ninja). Até então, apenas um deles poderia substituir seu avô nesse posto, porém, mesmo o roteiro várias vezes pontuando que eles disputam o título, só existe uma competição clara sobre isso, entre o Aka Ninjer e o Star Ninger, porém, isso é abordado de forma cômica, e abandonado no decorrer dos episódios.
A emoção dos primeiros episódios da série, no que diz respeito as batalhas, acaba ficando por conta Raizo Gabi, aquele tipo de inimigo clichê nas Séries Sentais que sempre rivaliza com o Red, se mostrando ser sempre mais forte e sendo superado nos episódios finais. Mas, não espere isso aqui. Raizo é violento, insano e sim, ele acaba sendo superado pelo Aka Ninger, mas até que isso aconteça, as cenas de ação que vão valer a pena durante muitos e muitos episódios estão aqui.
Em resumo, Ninninger não tem um forte atrativo, as cenas de ação são boas, mas os personagens principais, ou são fracos, ou os atores não conseguiram passar a verdadeira essência deles durante uma boa parte da série. Quando você começa a se importar com eles, a série já está no final. A jornada que vale mais a pena de acompanhar é a de Kyuemon Izayoi, esse personagem sim, emplaca e chama a atenção.
Quanto aos mechas, o que temos aqui é o de sempre. Mechas aos montes formando robôs que você não consegue decorar os nomes, pois mudam o tempo todo. Cenas de gattai rápidas dificultando o entendimento do formato de cada parte do robô, e uma caralhada de peças que se desmontam e remontam em todas as versões dos Robôs principais, ou seja, nada muito diferente do que vimos nos últimos anos.
Com tudo isso eu quero dizer que Ninninger não vale a pena? Não, muito pelo contrário. Ninninger tem muitas coisas boas a serem apreciadas também. Como eu disse os personagens demoram a cativar, mas quando cativam, você começa a curtir e gostar de pelo menos três deles. Meus favoritos foram Ao Ninger, Ki Ninger e forçando muito, Star Ninger. Aka Ninger é o tipo do líder que eu não gosto, mas ele tem seus momentos bacanas. Agora as meninas, já ficam por sua conta e risco, eu não gostei de nenhuma delas.
Além disso, Ninninger têm várias participações interessantes no decorrer da série. Entre elas temos Jiraya o Incrível Ninja, Ninja Red de Ninja Sentai Kakuranger, Hurrican Red de Ninpu Sentai Hurricanger, Aka Ranger de Himitsu Sentai Goranger e Magi Yellow de Mahou Sentai Magiranger. Algumas participações bacanas, outras desperdiçadas, mas ainda assim, para a cronologia do universo Sentai, vale muito a pena ver.
Resumo da opera! Eu assisti Ninninger depois de anos por que eu tinha um preconceito muito acentuado com a série. Eu deixei meu preconceito de lado e no fim, gostei do que vi. Ninninger é uma série interessante. Ela tem muitas oportunidades desperdiçadas, ela não é o tipo de série com capítulos épicos que a gente fica assistindo e reassistindo mas ela é sim uma série que merece ser assistida por todos os fãs da franquia Super Sentai. E aquela coisa, cada um deve assistir e tirar suas próprias conclusões. Eu...particularmente dou uma nota 07 para série.
E você? Assistiu Ninninger? Gostou dos personagens? Concorda ou discorda das minhas opiniões. Deixe ai nos comentários e vamos debatendo de forma saudável e pacifica.
Fiquem com Deus e até a próxima.
terça-feira, 10 de março de 2020
Fiquem com Deus e até a próxima!!
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
sexta-feira, 13 de abril de 2018
No filme retornam aos seus papéis Nao Nagasawa (Nanami/HurricaneBlue de Ninpuu Sentai Hurricanger, série que inspirou Power Rangers Tempestade Ninja), Ayumi Kinoshita (Jasmin/DekaYellow de Tokusou Sentai Dekaranger, série que inspirou Power Rangers SPD) e Ayumi Beppu (Houka/MagiPink da série Mahou Sentai Magiranger, que inspirou Power Rangers: Força Mística). [Vale destacar que além das personagens, as atrizes também são mães na vida real]. No elenco também temos Hideya Tawada interpretando Hiroto, um professor do jardim de infância; o Seiyuu Hino Satoshi dá voz ao vilão Dell-Star (da série do Jiraiya); e Yasuhiro Takato será o narrador.
Sinopse:
"No passado, para proteger a paz na Terra, elas lutaram com suas vidas: Nanami Nono, Marika Reimon e Houka Ozu.
As três, viveram felizes, se casaram e tiveram filhos, se tornaram mães.
No entanto, o mal que ameaça a humanidade é imortal, e elas tem que lutar diariamente pra cumprir seus deveres como heroínas e como mães.
Além disso, elas não querem apenas cumprir seu papel, as três querem ser "mamães brilhantes" que brilham a qualquer momento.
Enquanto as três conversam sobre isso em um café, o plano de invasão do vilão Dell-Star começa a entrar em ação".
Hero Mama - League chega ao Japão pelo aplicativo TTFC (Toei Tokusatsu Fan Club) no dia das mães (13 de Maio).
TRAILER:
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Fala galera!
Em um painel realizado no Anime Dreams Celebration em São Paulo, a atriz Ciara Hanna conhecida por interpretar a Gia, Ranger Amarela em Power Rangers Megaforce e Super Megaforce conversou com os fãs brasileiros da franquia.
E uma das perguntas no painel foi "Você assistiu a versão japonesa?", pra surpresa de boa parte da galera (inclusive eu) a resposta foi "Nós não precisávamos assistir, mas eles tinham o material e eu quis assistir, no Japão são duas séries diferentes e eu pensei 'será que a Gia vai ser diferente?' mas no caso da Gia as personagens eram parecidas, diferente do caso de outros personagens como o Jake e o Noah que eram BEM diferentes".
Uma publicação compartilhada por Ciara Hanna (@ciarahanna20) em
No Meet & Greet, quando tive a oportunidade de falar com a atriz, perguntei o que ela achava da Gokai Yellow, e super simpática ela respondeu: "Ela é fantástica! Ela é forte, é incrível e é um exemplo de força, eu quis passar tudo isso pra Gia".
Power Rangers Megaforce e Super Megaforce adaptaram as séries Tensou Sentai Goseiger e Kaizoku Sentai Gokaiger (respectivamente), ambas as temporadas de Power Rangers estão disponíveis na Netflix.
sábado, 5 de março de 2016
CONTATO

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